A Previdência Social está sempre em evolução, buscando melhorar os serviços oferecidos a seus cidadãos. Nesse contexto, surge o Meu INSS, uma plataforma digital que visa facilitar o acesso a serviços essenciais.
Com apenas um smartphone ou um computador, é possível solicitar aposentadorias, consultar extratos financeiros e realizar a prova de vida de forma prática e rápida. Esse advento tecnológico não somente simplifica processos, mas também reforça a segurança no manejo de informações pessoais.
Dentre as opções de registro, destaca-se a utilização da biometria facial, que agrega uma camada extra de segurança ao processo. O uso da biometria facial para cadastro é uma inovação que visa prevenir fraudes e garantir que somente o verdadeiro beneficiário acesse os serviços.
O governo criou essa modalidade com o intuito de tornar o processo ainda mais seguro e acessível, permitindo que os cidadãos realizem seus cadastros sem a necessidade de sair de casa.
Para acessar essas facilidades, é necessário realizar um cadastro por meio do Meu Gov.br, criando assim uma conta única que permite o uso de diversos serviços oferecidos pelo governo, incluindo o Meu INSS.

Biometria Facial: Uma Revolução na Segurança
A biometria facial é uma tecnologia que utiliza características faciais exclusivas de cada indivíduo para autenticar a identidade. Essa abordagem minimiza riscos de fraudes, já que ela solicita que o usuário esteja com o seu dispositivo móvel, evitando que fotos ou gravuras sejam utilizadas indevidamente.
O principal objetivo é desburocratizar procedimentos que antes exigiam a presença física em agências do INSS, otimizando o tempo e garantindo segurança.
Para realizar o cadastro através da biometria facial, os usuários devem possuir um Título de Eleitor ou uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além disso, é imprescindível que tenha o aplicativo Meu Gov.Br instalado em seu dispositivo.
Essa tecnologia não apenas diminui a necessidade de múltiplas senhas, como também permite que o cidadão utilize os serviços de forma ágil e prática, mantendo seu registro seguro sem complicações.
Leia também:
- Março é o mês dos benefícios sociais: veja QUAIS vão cair no Caixa Tem!
- Saiba COMO consultar sua parcela do abono salarial pela internet: rápido e fácil!
- Programa Devolve ICMS promete devolução de dinheiro ao POVO! Consulte e retire o seu cartão!
Novas Diretrizes do INSS sobre Biometria
Em setembro de 2024, o Instituto Nacional do Seguro Social implementou novas diretrizes que tornaram o cadastro biométrico obrigatório para o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Esse novo regulamento surgiu de uma necessidade urgente de reduzir fraudes após uma grande operação de pente-fino voltada para o INSS. A adoção desse sistema tem como meta proteger tanto a integridade do banco de dados quanto assegurar que as ajudas assistenciais sejam destinadas realmente àqueles que têm direito.
Com essa mudança, todos os novos solicitantes do BPC devem realizar o registro biométrico. Essa regra também se aplica aos beneficiários existentes, que devem atualizar seus registros conforme os prazos determinados pelo INSS.
O cadastro biométrico torna-se uma medida vital para garantir que os pagamentos sejam feitos apenas a beneficiários legítimos, minimizando o risco de erros e fraudes.
Quem Deve Fazer o Cadastro Biométrico?
A obrigatoriedade do cadastro biométrico se aplica a diferentes grupos de beneficiários do BPC. Primeiramente, novos solicitantes a partir da implementação das novas regras precisam incluir a validação biométrica em seus pedidos.
Em segundo lugar, pessoas que já recebem o benefício devem atualizar seus dados, respeitando os prazos estabelecidos. Por último, beneficiários que tiveram alterações em seus dados pessoais, como mudança de endereço, também precisam realizar a validação biométrica para garantir a precisão das informações registradas.
Essas determinações têm como objetivo criar um sistema mais robusto e confiável, evitando que recursos sejam desviados de quem realmente precisa. Portanto, é imprescindível que os beneficiários estejam atentos às novas exigências e realizem o cadastro biométrico para manter a regularidade de seus benefícios.
Como Realizar o Cadastro Biométrico No INSS?
Para efetuar o cadastro biométrico, o primeiro passo é agendar um atendimento no INSS, que pode ser realizado de forma simples.
Existem duas maneiras de proceder: via telefone, ligando para o número de atendimento do INSS e agendando a visita, ou online, pelo site oficial do INSS, onde é possível selecionar o local e o horário que melhor se ajustam à sua rotina.
No dia marcado, é necessário comparecer ao local designado com a documentação soberana, incluindo a Carteira de Identidade Nacional (CIN), Título de Eleitor, ou CNH.
Durante o atendimento, haverá a coleta de impressões digitais e uma foto que concluirá o registro biométrico. Esses procedimentos são indispensáveis para validar a identidade do beneficiário.
Documentos Necessários para o Cadastro Biométrico
Realizar o cadastro biométrico no INSS requer a apresentação de alguns documentos essenciais para garantir a identificação correta do solicitante. Os principais documentos que precisam ser levados incluem:
- Documento de Identificação: É necessário apresentar a Carteira de Identidade Nacional (CIN) ou equivalente que comprove a identidade do beneficiário.
- Comprovante de Residência: Um documento que comprove o endereço atual, que pode ser uma conta de água, luz, telefone ou extrato bancário.
- Número do Benefício: Para aqueles que já são beneficiários do INSS, é fundamental levar o número do benefício ou o protocolo do pedido de atualização.
Estar preparado com toda a documentação exigida pode evitar problemas na hora do cadastro e agilizar o processo de validação, garantindo que o beneficiário consiga manter sua situação regularizada perante o INSS.
Evitando a Suspensão do Benefício
Para garantir que o Benefício de Prestação Continuada não seja suspenso, é vital que os beneficiários realizem o cadastro biométrico dentro dos prazos determinados. Cada município tem diferentes períodos de atualização, que variam conforme o tamanho da população.
Cidades com menos de 50 mil habitantes têm um prazo de 45 dias para a atualização cadastral, enquanto aquelas com mais de 50 mil habitantes contam com um teto de 90 dias.
O não atendimento a essas exigências pode resultar na suspensão dos benefícios até que a situação seja regularizada, o que pode criar dificuldades financeiras aos beneficiários. Portanto, conscientizar-se sobre os prazos e se organizar para fazer as atualizações necessárias é fundamental para evitar transtornos.